Um termo usado com certa frequência no mundo dos negócios de hoje é a visão sistêmica. Aliás, ela ja se tornou até uma das qualidades exigidas para quem quer ocupar um cargo de alta gestão.

Portanto, se esse é seu objetivo, mas ainda tem dúvidas no assunto e não quer tomar a decisão errada, veja as melhores dicas que preparei neste artigo!

Entenda o que é a visão sistêmica

Trata-se da habilidade de entender o funcionamento da empresa como um sistema. Em outras palavras, consiste em vê-la como um todo constituído por partes que não operam individualmente, mas interagem de maneira dinâmica.

Dessa forma, a visão sistêmica está relacionada a outros conceitos do mundo dos negócios, principalmente a visão macro e a análise global.

A visão sistêmica é importante porque permite entender o papel que cada um desempenha dentro da organização, proporcionando uma melhoria essencial no relacionamento entre fornecedores e clientes internos.

O resultado é visto principalmente no aumento da qualidade das entregas aos clientes externos. Aliás, a visão sistêmica é considerada o primeiro fundamento da excelência.

Logo, pode ser um importante diferencial competitivo!

Como desenvolver uma visão sistêmica?

Veja como é simples:

Pense em processos e não em setores

Para desenvolver uma visão sistêmica, pensar em processos é mais eficiente. O problema de pensar nos setores é que isso reforça a percepção de que existem divisões claras e fixas dentro da empresa.

Um processo, por outro lado, é fluido, integrando diferentes setores. É mais fácil, portanto, entender a dinâmica global da companhia por essa perspectiva.

Podemos dizer, por exemplo, que o principal processo de uma empresa (a venda ao cliente externo) integra no mínimo 4 setores: comercial, produção, logística e financeiro.

Estude o fluxo de processos

Se você quer entender a dinâmica de relações entre as diversas partes da empresa, é essencial conhecer a fundo seu fluxo de processos.

O detalhe é que, dependendo da complexidade das operações desenvolvidas, esse estudo pode exigir um método mais pragmático.

Existem técnicas de mapeamento que podem ajudar nessa tarefa. Uma sugestão é partir de 4 informações essenciais: os inputs, os outputs, os fornecedores e os clientes de cada processo.

Com isso, você cria uma espécie de moldura, identificando onde e como o processo começa e termina. Depois, basta ligar os pontos!

FONTE: IGNIÇÃO DIGITAL